
17 outubro 2009
Jesusalém

10 maio 2009

Turismo é outra coisa, diversa de viajar, diria Theroux
No programa Câmara-Clara, eis um dos autores abordados, com uma perspectiva de vida que sinto inteiramente, e não podia deixar de partilhar...
Fica a sugestão do livro O Velho Expresso da Patagónia, e o link para o programa.
11 março 2009
"On social design..."
We are part of a growing number of design professionals, design students, and design thinkers who are committed to promoting design as a tool for social change, and who see in the design discipline a far broader role to play than that of a silent accomplice to market strategies, brand enhancement, consumption and the normalization of social and cultural values.
em http://www.socialdesignblog.org/.
e ainda:

Do Good Design: How Designers Can Change the World
by David B. Berman - FGDC, R.G.D.
29 janeiro 2009
A minha próxima leitura...
Author : Bono, Edward De
Title : How to Have a Beautiful Mind
Description : People spend a fortune on their bodies, their faces, their hair, their clothes. Cosmetics, plastic surgery, diets, gym membership - everyone's trying to be more attractive. But there's an easier way to become a beautiful person. It doesn't have to be physical. No matter how you look, if you have a mind that's fascinating, creative, exciting - if you're a good thinker - you can be beautiful. And being attractive doesn't necessarily come from being intelligent or highly-educated. It isn't about having a great personality. It's about using your imagination and expanding your creativity. And it's when talking with people that we make the greatest impact. A person may be physically beautiful, but when speaking to others a dull or ugly or uncreative mind will definitely turn them off. In clear, practical language, de Bono shows how by applying lateral and parallel thinking skills to your conversation you can improve your mind. become creative and more appealing - more beautiful. 'Edward de Bono is a tool maker. His tools have been fashioned for thinking, to make more of the mind.' Peter Gabriel 'Edward de Bono is a cult figure in developing tricks to sharpen the mind.' The Times.
25 janeiro 2009
Crepúsculo

Bem, e com 3 vampiro-maníacas em casa, tinha mesmo que ler o "crepúsculo".. Uma deliciosa e ávida mistura entre amor e perigo.. Para os românticos que me acompanham, e os mais distraídos que ainda não "tropaçaram" neste livro, aqui fica um cheirinho... de morte!! :D
NUNCA PENSEI MUITO EM como morreria - embora nos últimos meses tivesse motivos suficientes para isso -, mas, mesmo que tivesse pensado, não teria imaginado que seria assim. (…) Sem dúvida era uma boa forma de morrer, no lugar de outra pessoa, de alguém que eu amava. Nobre, até. Isso devia contar para alguma coisa.
l-i-n-d-o :D quero maiiissssssssss!! Tou morta para poder devorar (ou deverei dizer "beber") o proximo livro até a ultima... GOTA! UAHAHAHAHA
16 janeiro 2009
Ensaio sobre a cegueira mostra a profunda humanidade dos que são obrigados a confiar uns nos outros quando os seus sentidos físicos os deixam. (...) Mais do que olhar, importa reparar no outro. Só dessa forma o homem se humaniza novamente.in wikipedia
No fundo, José Saramago transporta-nos para experimenta o regresso às formas "naturais" e instintivas de vida do ser humano - a vida em grupo. A cegueira força as pessoas a deixar de vez os individualismos e preconceitos que a nossa sociedade actual tanto desenvolve. Habituámo-nos a fazer tudo sozinhos, reagimos de modo indiferente e viramos costas ao outro com a banalidade com que bebemos água. No entanto, na limitação e perante dificuldades, percebemos que, na diferença, somos iguais e temos algo em comum, e sobretudo que precisamos uns dos outros para seguir em frente, aqui de uma forma extrema. Os cegos tornam a organizar-se em grupos, e despem-se de todo o tipo de preconceitos a que estamos habituados. Prova-se, ainda, que o ser humano se adapta. Sempre.
15 janeiro 2009
A Rapariga que roubava livros

Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga que roubava livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra.
in PORTAL DA LEITURA
26 maio 2008
"Relational Asthetics" by Nicolas Bourriaud
According to Bourriaud, relational art encompasses "a set of artistic practices which take as their theoretical and practical point of departure the whole of human relations and their social context, rather than an independent and private space."+ em wikipedia